7 de outubro de 2004

Marcelo

já se escreveu tanto sobre um assunto cujo principal visado permaneceu em silêncio que qualquer opinião será provavelmente errónea.
Diria apenas que Marcelo R. Sousa tem tido um papel muito válido no "assentar da poeira" das questões nacionais. Se lhe dermos o desconto das opções ideológicas mais imediatas, digamos assim, ficamos com um comentador sensato apostado, quase sempre, em gerar consensos; mais virado para a dinamização das energias nacionais do que para a má língua. Com alguns deslizes que só lhe ficam bem, porque o aproximam dos menos hábeis a distinguir o trigo do joio.
O secretário de estado (era um ministro?) terá cometido a gaffe... Olha a novidade! Como se alguém esperasse deste executivo (que, malgré tout, tem algumas pessoas com valor - uma, ou duas) alguma coisa proveitosa.
Santana Lopes afundar-se-á por si próprio, apenas porque é de papel. E, qualquer miúdo lhe poderia dizer que os barquinhos de papel amolecem e desfazem-se ao fim de algum tempo.
Se até a saída de um comentador de uma estação de televisão é capaz de mexer com eles...

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